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Volumes, texturas e superfícies tentam desaprender a rigidez urbana para se tornarem mais orgânicos, porosos e vivos. A geometria ainda existe, mas começa a ceder como a terra seca que, ao receber água, lentamente volta a respirar.
Campos invisíveis de força unem os módulos da obra como metáfora das decisões individuais que, silenciosamente, moldam a paisagem coletiva.
A série investiga a tensão entre estruturas criadas pelos humanos e as formas orgânicas da natureza.
Esse diálogo é possível?
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