top of page

As obras da série emergem de um gesto de sobreposição — tecido, pixels, pintura e massa acrílica se encontram em camadas que não se fixam em uma única leitura. Cada superfície guarda um gesto manual, uma textura, uma pulsação distinta, e o resultado plástico final se reinventa conforme a luz atravessa o conjunto.
A simbiose, assim, não está apenas na poética: ela se encarna na própria materialidade, onde fragmentos diversos se fundem em um corpo vivo, em transformação constante.
No lugar de domínio, relação. Ao se desfazer na terra úmida, o corpo não desaparece: ele se lembra de tudo que é.
bottom of page





